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Mídia em nossas vidas
quarta-feira, 8 de julho de 2009

"- Menina sai já da frente dessa TV. -
Não mãããe, eu ainda preciso assistir Caminho das Índias pra ver aquele gato do Caio Blat, CQC, e Esquadrão da Moda pra saber o que eu devo vestir!
- Minha filha, daqui a uns dias esse troço vai te deixar alienada, se é que já não deixou."



Sejamos sinceros, essa cena é bem comum em muitas famílias brasileiras. Por mais bem resolvidos que sejamos a televisão, ou qualquer outro tipo de mídia, nos influencia visivelmente.
Se o Bruno Gagliasso, ou outro ator famoso fizer o comercial de algum produto, podemos até não saber da qualidade deste, mas vamos correndo comprá-lo. Por quê? Ah, porque o GAGLIASSO disse que era bom ué.* Se um programa mostra qual a melhor maneira de se vestir, qual a música ou banda que está no auge todo mundo vai e segue aquilo que tal programa disse. Ou seja, de um modo geral a televisão, rádio, outros meios de comunicação, ditam o que nós devemos fazer, ditam o que é certo e errado, põe um cabresto em nossos olhos que nos impede de enxergar outras coisas além daquelas que nós engolimos a cada dia.

No dia seguinte uma pergunta clássica é: ‘ Você viu o que aconteceu ontem na novela?’. E daí eu me pergunto: ‘ E quem não assiste a novela?’. Quem não assiste novela, dança com os famosos meu bem, no caso, SEM os famosos.

Outra forma em que se vê o quanto a mídia nos influencia é pelo nosso vocabulário. Não sei se vocês já perceberam, mas muitas frases que nós usamos são bordões de personagens da televisão, tais como, ‘ é a treva’, ‘é mara’, ‘ isso poooode’, entre vários outros.

Enfim, o que presta é o que a mídia diz, é o que a mídia mostra. E assim ela vai a cada vez mais formando uma população de seguidores de suas regras, de suas opiniões e formando uma população de alienados.

*falácia do apelo à autoridade que é quando se usa algum especialista em alguma área para afirmar uma posição em outra área diferente da sua.
Pauta para o Post It!


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Lua Lima
Não posso me definir. O que eu disser aqui agora pode muito bem mudar amanhã! O que não muda nunca é o meu amor pela família, pelos amigos verdadeiros, pela leitura, pela escola, pelos professores, por Harry Potter e pelos meus seriados. Ah, isso eu tenho certeza que não vai mudar nem amanhã, nem nunca


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