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quarta-feira, 30 de junho de 2010


Fazem 13 anos. Desde lá são 7 livros, 6 filmes, muitas lágrimas, muita ansiedade a cada estreia de filme, de livro. E eu ainda estou aqui, acreditando na magia, acreditando em Hogwarts, acreditando em Harry Potter. Dia 30 de junho de 1997 é lançado a Pedra Filosofial, uma nova era começa. Eu tinha apenas 3 anos, 7 anos depois a saga me conquistou e aos 10 anos eu tive o meu primeiro vício, meus ídolos e depois de 6 anos ao lado deles eu posso dizer com orgulho: Não tem coisa melhor do que ser fã de Harry Potter e eu o serei até o fim!
Preciso, é claro, agradecer a J.K. Rowling por ter acreditado na sua história e por ter lutado para estar nas prateleiras e assim chegarem em minhas mãos. Obrigada Tia Jo, por ter mudado a minha vida e ter dado alegria aos meu dias!



FÉÉÉÉÉÉÉERIIIIIIIAS!
Finalmente! Quem sabe agora eu possa me dedicar um pouco mais aos meus sentimentos, aos meus textos e desabafos! Hoje no último dia de aula do semestre eu senti um vazio enorme, não me senti parte da turma como eu costumava ser. Acho que ver a realidade que enfrentarei no ano que vem e começar a ter foco me afastou dos demais integrantes da sala, não sou de ir as festas, de beber com o pessoal, de me enturmar com eles. Vivo no meu mundo de estudar, ler, escrever, ver seriados e estou muito bem assim, obrigado.
Minhas amigas dizem que um dia eu vou me arrepender de não ter aproveitado a minha adolescência enquanto eu podia. Não acho, cada um aproveita sua adolescência do jeito que mais lhe agrada e esse é o meu. Prefiro uma adolescência mal vivida, segundo os 'padrões', e um futuro seguro do que aproveitar na vida louca e não ter um rumo a seguir. E o equilíbrio onde fica? Difícil de consegui-lo, não sei se estou pronta para isso no momento.


O homem invisível

Um homem entrou na sala. O lugar estava barulhento, apinhado de alunos que falavam dos mais variados assuntos. Ninguém o percebeu, ninguém nem sequer olhou no rosto daquele moço. Ao terminar suas obrigações, ele pegou seu balde e saiu do aposento com a cabeça baixa. Ninguém o notou novamente. E as conversas cotinuaram, as risadas continuaram, porém, uma garota havia ficado intrigada com o acontecimento. Como era possível que ninguém tivesse se dado ao menos o trabalho de agradecê-lo, ou de olhá-lo na cara como o giual que era. Ao que parecia, todos ali achavam que ele não havia feito nada mais que sua obrigação, era seu dever. Lilian então, para confirmar sua tese, resolveu perguntar a um de seus colegas:
- Leo, você viu o moço que estava aqui?
- Hã? Moço? De quem você está falando Li?
- Deixa pra lá.

Pois é, o homem que lhes forneceu um ambiente adequado para estudar, era invisível. Lilian se perguntava se quando ele necessário novamente, ainda continuaria invisível. Parece que ele só se fazia notar quando era de nosso interesse, quando nós achávamos que era necessário, mas para ao menos agradecê-lo, ele não exista. E a garota se perguntava como o tal moço não se sentia todos os dias, indo de sala em sala cumprir seus devees sem nem um digno olha no rosto. É a isso que nossa sociedade faz nos submetermos, a pessoas que só pensam em si e renegam aquele que está ali para garantir seu bem-estar. E é assim que vai se seguindo porque ninguém quer olhar através do homem invisível.


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Lua Lima
Não posso me definir. O que eu disser aqui agora pode muito bem mudar amanhã! O que não muda nunca é o meu amor pela família, pelos amigos verdadeiros, pela leitura, pela escola, pelos professores, por Harry Potter e pelos meus seriados. Ah, isso eu tenho certeza que não vai mudar nem amanhã, nem nunca


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